quinta-feira, 25 de junho de 2009

Super set Hip Hop especial, comercial,100% sucesso!!!

Super set de hip hop especial, comercial,100% sucesso, isso mesmo so sucesso! so porrada!Agradecendo os remixs dos Djs Lol, Alfa, HHS, Annubys, Bernardo BK, N2 & Genildovisk, Deeplick, O2 & D´Max Soldarua e Eu Charles cdr dj, sem essa turma não seria possilvel fazer esse set diferente dos que vcs estão acostumados a ouvir por ai.Então tooooma né Hip hop especial sucessos by Charles Cdr dj

1 - Vinheta Charles dj
2 - Kelly Feat. T.I. and T-Pain - 10 - I'm A Flirt (HHS Remix)
3 - Chamillionaire - 10 - Ridin (HHS Remix)
4 - LIl Wayne feat Dimante - Lollipop (remix O2 & D´Max Soldarua Edit Charles cdr dj)
5 - T.I - Whatever You Like (HHS Remix)
6 - T.I. Feat. Rihanna - 10 - Live Your Life (HHS Remix)
7 - 3-Plies Feat. Ne-Yo - Bust It Baby Pt. 2(Annubys Dj Rmx)
8 - Rihana - Rehab(remix dj Charles cdr Dj)
9 - Ne-Yo - Go on girl (HHS Remix)
10 - Mariah Carey Feat. R.Kelly - Touch My Body ( Bernardo BK )
11 - Chris Brown & Jordin Sparks - No Air (Remix Alfa dj)
12 - Baby boy da prince - The way i live(Ultimix Charles Cdr Dj)
13 - Marcelo D2 - Desabafo(LoLMiX)
14 - Wanessa Camargo & Ja Rule - Meu momento(LoL & Alfa)
15 - Beyonce - Single Ladies (LoLMiX)
16 - Cassie - Me You (Bernardo BK)
17 - Seu Jorge - Burguesinha (N2 & Genildovisk Edit Deeplick Mix)
18 - Vinheta Charles dj

Link para downloads


Todas as Quartas as 21:00 e Sabado as 22:00 ouça HIP HOP . NET, muito hip hop para vc com versões exclusivas e mixagens by Charles cdr dj
http://www.circuitoweb.com.br/hiphop.html

Meu HD virtual
http://www.4shared.com/dir/5008081/344f9755/Charles_Douglas_cdr_dj.html

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Assassinos da história



Assassinos da história, o "avanço" da tecnologia:

Durante milhares de anos, o principal meio de armazenamento de informação usado pela Humanidade tem sido o papel. Embora ele não seja imune aos estragos do tempo, a prova de que o papel é um meio altamente eficiente e duradouro são os livros e pergaminhos produzidos há mais de mil anos atrás, que continuam sendo legíveis e, em muitos casos, bem preservados em museus.
A era da comunicação eletrônica, entretanto, trouxe um dilúvio de novos meios de registro: fitas e discos magnéticos, discos de vinil, CD's, etc. Ao contrário do papel impresso, entretanto (que não necessita nada mais do que nossos olhos e uma iluminação razoável, para ser lido), cada novo meio trouxe a necessidade de um dispositivo eletrônico para converter a informação nele armazenada para um formato que possa ser captado diretamente pelos nossos sentidos: toca-discos, toca-fitas, leitores de discos magnéticos e óticos, etc. E esse é que é o problema. O astrônomo Clifford Stoll, autor do livro "Silicon Snake Oil", cita o fato de que os dados recolhidos pela sonda interplanetária Pioneer, da NASA, foram armazenados em quatro formatos digitais diferentes. Nenhum deles pode ser lido atualmente, por não existirem mais equipamentos capazes de fazer isso: ficaram totalmente obsoletos. Stoll diz: "pensem quantos formatos foram extintos: discos de 78 rotações, fita de vídeo de duas polegadas, cilindros fonográficos, fita de papel perfurada, cartões perfurados de 80 colunas e de 100 colunas, disquetes de 8 polegadas, fita digital de 7 trilhas, fita de áudio de carretel, cartuchos de 8 trilhas, DECtape, filmes de 8 mm, slides de vidro... E então, pensem ainda nos formatos que estão começando a desaparecer atualmente: discos de vinil de 45 rpm, disquetes de 5 1/4, fitas de vídeo Betamax...".
Não é difícil imaginar que, dentro de uns quatro ou cinco anos, todos os milhões de CD-ROMs existentes atualmente, fitas DAT, disquetes de 3 polegadas, e outros meios em existência, também ficarão obsoletos e não poderão ser lidos.




O leitor pode argumentar: bom, mas esse é um problema fácil de resolver ! Basta transferir periodicamente toda a informação armazenada digitalmente para meios mais modernos. Fácil de falar, mas difícil de fazer...


Outro exemplo ? Pensem nos milhares e milhares de discos de 78 e 45 rotações contendo obras musicais em gravações que nunca foram e nunca serão transferidas para meios mais modernos. Será um acervo histórico absolutamente impressionante, perdido para sempre, pois daqui a algumas décadas provavelmente existirão apenas em museus os toca-discos necessários. Não compensa economicamente replicar todo esse acervo em novos formatos.
Ainda conseguiremos ler um papiro caldeu, contendo inscrições de três mil anos atrás, armazenado no Museu Britânico, mas não conseguiremos ouvir uma canção gravada em 1930 ! Como vêm, não é um problema fácil de resolver, e nem creio que haja interesse em resolvê-lo, pois é própria da revolução digital essa busca por meios de capacidade e de velocidade de gravação e leitura cada vez maiores.
Mas não deixa de ser curioso que é justamente essa revolução, que está nos fazendo entrar numa era de informação pura e cada vez mais volumosa, que será a assassina da história...


Qual é o melhor, digital ou analógico? (CD ou Vinyl)
Temos a mania de citar o LP em vinyl como o exemplo de som analógico. No entanto teremos de citar também os gravadores profissionais etc... que possuem um som estupendo!
Tecnicamente o som analógico é superior, pois consegue traduzir com a máxima perfeição todo o espectro e, principalmente, sua complexidade.

O que faz o CD ser inferior ao Vinil?
O som é quase infinito na sua amplitude. A informação digitalizada em 0's e 1's não pode conter toda essa informação porque se o fizesse cada CD levaria meia dúzia de minutos de música. Assim sendo, o que é feita é uma AMOSTRAGEM digital, isto é, selecionam uma amplitude determinada (no caso do CD, 44 ou 48 kHz) e é só isso que vai para o CD. Todo o resto é cortado. Todo o resto.

Quando se ouve um bom vinil ouve-se TUDO o que a banda gravou. Tudo o que eles ou elas queriam que nós ouvissemos. Um mau vinil terá praticamente tudo também, simplesmente não com a clareza e o brilho original. Eis o som analógico.
Os seres humanos, até que se prove o contrário, são analógicos, não são 'digitais', e por isso reagem melhor ao som analógico. Se ouvir o mesmo álbum, nas mesmas condições e com material de igual qualidade, muito provavelmente preferirá ouvir em vinil. Testes 'cegos' (isto é, sem que os testados soubessem qual era o CD e qual o vinil) tiveram os resultados que se esperaria - a grande maioria das pessoas prefere o vinil. O som em vinil é quase sempre descrito como mais 'quente' e mais 'profundo'. O som digital, quando comparado com o analógico, é descrito usualmente como mais 'frio' e 'linear'.
Por fim, e apesar de ser uma razão talvez menor, há que referir o trabalho gráfico. Um LP é ENORME, e a capa do disco é GRANDE. As fotos dos ídolos são MAIORES e as letras não ficam em corpo 8! .
Qual a diferença entre gravação Analógica e Digital ?
Som analógico: Ondas sonoras são as oscilações do ar, que vão variando ao longo do tempo de acordo com as características dos sons. Um microfone as reconhece, por uma membrana, e cria uma corrente elétrica que varia de forma análoga (semelhante) a elas. Essa corrente é o sinal elétrico, analógico, do áudio. Esse sinal passa pela mesa e outros circuitos e entra num gravador. O cabeçote recebe o sinal elétrico e vai magnetizando a fita enquanto ela passa, de acordo com a voltagem do sinal de entrada. As partículas metálicas que cobrem a fita vão mudando de posição, de acordo com o maior ou menor magnetismo. Para tocar a fita, ocorre o inverso: quando ela passa diante do cabeçote, este reconhece o magnetismo das partículas a cada instante, recriando o sinal elétrico, que segue pelos circuitos até ser transformado novamente em som mecânico (vibrações do ar) pelo alto-falante. Som digital: O gravador digital recebe o mesmo sinal elétrico, mas ele entra primeiro num conversor analógico-digital (AD). O conversor “redesenha” a onda sonora, medindo a variação da amplitude em milhares de pontos por segundo. Essa imensa lista de volumes é gravada na fita ou num disco magnético ou ótico como bytes de computador (dígitos). Para reproduzir o som, o cabeçote lê a fita ou o disco e envia esses dados a um conversor digital-analógico (DA) que liga os pontos e transforma de novo essas informações em sinal elétrico

Veja algumas opiniões de DJ's, sobre as vantagens e desvantagens
do CD, em relaçao ao bom e velho LP:

Por que um disco de vinil (LP) é melhor que um CD?
DJ Cascão "Em primeiro lugar o vinil tem melhor qualidade que o cd. Segundo é muito mais fácil de se manusear sendo que o cd é digital. Particularmente eu prefiro tocar com vinil. Mas no momento não estou podendo (falta dinheiro) Se as casas noturnas aqui no Japão investissem um pouco em material resolveria o problema."
DJ Cobra "não acho que o vinil seja melhor que um cd. é claro que para a maioria das pessoas o formato do cd é muito mais prático e conveniente que o 12" (vinil), afinal com o cd você pode ouvir as músicas e carrega-las para qualquer lugar sem muito esforço. Já para um dj o vinil é eterno! é um instrumento que não saiu de moda, pelo contrário. com o vinil o dj tem a oportunidade de mostrar suas habilidades e técnicas de mixagens com muito mais intensidade do que num cd. Para se tocar com vinil são necessárias as pick ups (vitrolas), aparelho de muita precisão e que possibilita infinitos recursos para o dj contagiar a multidão! A atenção do dj tem que ser maior quando estiver usando o vinil, pois o manuseio deste é manual e mecânico, ao contrário do cd, ou seja, você tem que estar sempre atento pois não dispõe de mecanismos que auxiliam na visualização do andamento da música. Para se melhor entender: o vinil está para o dj assim como the Beatles estão para a história do rock!"
DJ Fofão "O vinil é melhor porque além de ter um grave melhor que o cd,não tem perigo da música pular igual o cd caso estiver riscado,o cara tem que pegar o vinil na mão,sentir a música mas a geração de hoje só querem saber de CDR que é lamentável, resumindo o cd é o seguinte:é a mesma coisa que vc dar o maior foda da sua vida e não ver a cara da pessoa,já no vinil você toca,passa a mão,sente e vê a cara dela. "
DJ Ken "Bom, primeiro que a freqüência de graves de um vinil nem se compara com a de um CD, e vinil é vinil. Todo DJ adora tocar com um vinil. Aliás, um DJ de verdade sabe tocar com vinil. Hoje em dia tem muito DJs novos que não sabem nem como começar a mixar com um vinil. Eu também toco muito com CDs mas nunca abandonarei o vinil. "The real Dee Jay plays vinyl", já vi essa frase em algum lugar hahahaha... Acho que era em uma camiseta..."
DJ Piu Jack "Para nós Dj`s, que aprendemos a "tocar" com vinil basicamente, é o que vira, pois o disco de vinil 12" (ou o 12 "inch"- polegadas) como chamamos, vem somente com um ou no máximo dois títulos de música, e na hora de procuramos uma música, só de olhar para a capa do vinil, nos vem toda a construção da música na cabeça, assim como qual versão que há no disco, e etc... Sem falar na praticidade do vinil ser muito mais rápido de se fazer o "acerto", pois você coloca o disco acha o ponto e ainda pode dar uma conferida na música... Tem o tal do "gingado da mão" que é o movimento de vai e vem que fazemos com o vinil, na hora de acertar o ponto, que é muito gostoso. Com o vinil, nós literalmente manipulamos a música... ao contrário do Cd, que tem que se apertar botões p/ se fazer algo..."
DJ Roger "Em primeiro lugar, a questão da qualidade é indiscutível. O vinil (single para DJ) além da satisfação de tocar com as MKS, te dá mais segurança. O CD tem uma qualidade diferente que no meu ponto de vista ainda não se iguala ao de 12" que ainda é o mais apropriado para uma casa noturna!"
DJ Ronaldo Gasparian "Essa é uma questão polêmica. O vinil não é melhor ou pior do que o CD, os dois têm suas vantagens e desvantagens. O importante é que o DJ se sinta confortável e seguro com o formato que ele resolveu trabalhar. Se mixar com vinil para você for mais fácil, vá em frente. Se o CD for mais acessível, não hesite. O importante no final é fazer a galera dançar, não é?"

Analógico X Digital
É indiscutível a superioridade do som de um vinil, já que é analógico, mas mesmo assim, muita informação original é perdida, por causa do material usado: o vinil. Não existe um material que guarde informações analógicas perfeitamente, pois todas elas são limitadas pelo tamanho da molécula do material. O vinil é um policarbonato excelente para isso, pois é fácil de se contruir cadeias dele, e tem um tamanho de molécula bem pequeno, além de fácil moldagem, resistência e durabilidade. Mas algumas informações, que só são reproduzidos pelos instrumentos originais, são perdidas por irregularidades do material. Já no CD, são informações digitais, com uma amostragem de 44,1 KHz, e uma resolução de 16 bits, ou seja, cada segundo de música de um CD, equivale a 44100 pedaços de informação de 16 bits. Cada pedaço desse equivale a um ponto, entre 65536 pontos possiveis, de amplitude. O conversor D/A, ou digital para analógico, faz uma interpolação desses dados, na geração do sinal elétrico analógico, o que permite uma reconstrução do som. Ela é, claro, incompleta, mas relativamente boa. O ouvido humano é capaz de perceber sons da faixa de 20 Hz a 20 KHz, e estudos demonstraram que a amostragem deveria ser um pouco superior ao dobro da faixa de percepção, no caso 20 KHz. Perceba que o telefone tem uma amostragem de 11,25 KHz, já que a voz humana, principal som transmitido em um telefone, fica na faixa de de 5 KHz. Também é indiscutível a qualidade que tínhamos nos encartes e arte da capa dos álbuns em vinil. Infelizmente, como todo meio de armazenamento analógico, o vinil sofre deteriorações com o tempo, além de sempre termos que limpar o vinil antes de tocar para não desgastar a agulha e não ter os cliques no som, causado por poeira e outras sujeiras no disco. Também tínhamos que trocar as agulhas de tempos em tempos, pois elas gastavam. Além disso, o viníl necessitava de um espaço enorme para guardarmos todos eles, eram grandes e pesados. Já o CD revolucionou a indústria fonográfica por seu tamanho e capacidade. Quem imaginava que poderíamos ter 74 minutos de música em apenas um lado de um disco. Isso trazia mais possibilidades, como músicas maiores do que 23 minutos, que era limitado pelo tamanho do disco de vinil. Várias obras de música clássica eram interrompidas, necessitando a troca do lado do disco. Tudo isso, sem contar que o meio digital ótico de armazenamento é bem mais duradouro. Veja que uma fita cassete ou VHS perde qualidade a cada regravação, um vinil gasta a cada utilização. O tempo é o pior inimigo deles. Como você vê, existem vários prós e contras em cada tipo de armazenamento e o mais fácil sempre leva vantagem, mesmo que com menos qualidade. O que você espera que uma dona de casa, ou qualquer pessoa comum queira em um formato de áudio? Facilidade de utilização. Colocar na gaveta e dar play, e para passar a musica, um simples apertar de botão. Já uma pessoa especializada quer qualidade, não importa como. Um DJ, ou um produtor musical querem qualidade de áudio. E hoje em dia, alguns vinis tem preço maior do que vários CD's, e existe uma dificuldade tremenda em se achar discos de vinil, pois várias gravadoras pararam de produzí-los, principalmente as grandes. Veja que mais uma vez o formato fácil ganha de um formato com mais qualidade. O MP3 é um formato de áudio compactado com perdas, tendo menos qualidade do que um CD, e, consequentenmente, muito menos qualidade do que um vinil. Mas eu posso escutá-lo em qualquer lugar, a qualquer hora.

Saiba um pouco mais sobre remix

REMIX é o nome dado para uma música modificada por outra pessoa ou pelo próprio produtor. Essa modificação, na maioria dos casos, é feita por um DJ, onde ele coloca uma batida animada e efeitos adicionais criando uma versão dançante na música remixada. Existem diversos tipos de remixes como Dance Remix, Trance Remix, Hybrid Remix, Hard Remix, Megamix, Vocal Remix entre outros.
Apesar da maioria das músicas remixadas serem em versão dançante, o remix não precisa ser, necessariamente, dançante. Existem remixes onde o andamento da música não é alterado, ficando na forma original e não em uma versão dançante. Este tipo de Remix foi muito famoso nos anos 1980 e é uma alternativa nova para proporcionar outros tipos de músicas de acordo com a evolução musical do público.
Remix deve obrigatoriamente ter a permissão do autor original, caso contrário será uma cópia modificada não autorizada, ou seja, um "bootleg".
Remix sinônimo de remisturar.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

História do famoso baile viaduto de Madureira(Rio de Janeiro)

Dia 11 de Maio de 1990. Um grupo de amigos, verdadeiros entusiastas do samba, conhecidos como “Leno, Pedro, Edinho e Xandoca”, se organizam e fundam o bloco carnavalesco “Pagodão de Madureira”, tendo como local de suas manifestações a parte inferior do “Viaduto Negrão de Lima”... Na semana seguinte o grupo é visitado pelo empresário local do entretenimento black (hoje falecido), “Cesar Ataíde”. A história da black music em Madureira começa aqui...

“No final de 1992, Cesar Atáide, que hoje está com Deus, ele queria fazer um projeto onde envolvesse toda a massa do subúrbio. Então, começaram a pensar aonde fazer esse trabalho musical. Ele propôs primeiramente na Praça Patriarca. Não foi possivel. Depois, na marquise da Loja Caricia. Tambem não foi possivel. E, com a influência de um amigo dele (político), ele conseguiu a autorização do Viaduto de Madureira, na Praça das Mães, pra realizar o Projeto Charme na Rua... em 1993, no primeiro sábado de carnaval’! No dia 6 de março, quando estávam prontos para estrear, o sobrinho dele adoeceu e então transferiram pro dia 12, data oficial do nascimento do Charme na Rua no viaduto”, relembra com orgulho o “DJ Marki New Charm”, (para quem não sabe eu Charles Cdr dj, aprendir a tocar em cdj com ele, aula particular)na época, além de ser um dos fundadores do baile, dividia os toca-discos com os djs “Lopy, Michel, Cali e A”. “No início, foram apoiados pelo equipamento do DJ Marlboro, onde eles íam buscar em Raiz da Serra. “Tudo começou de uma brincadeira: todos éram camelôs em Madureira e montaram Shopping Rua, ou seja, tinha modelos das roupas dos playboys e dávam o jeito vendendo as cópias do artigo original bem abaixo do preço pro povão que não tinha condições de se vestir bem. Com aquele lucro, os amigos, tinham o laser que era no Vera Cruz (baile do DJ Corello no bairro de Abolição). Mas era a lei da selva: na profissão deles, quem chegava tarde perdia o melhor ponto, e como eles chegávam tarde do baile, eles eram prejudicados. Então, o Cesar Negão (que Deus o tenha!) falou para: ‘pô Jones, nós temos que fazer o nosso baile...’! Mas fazer aonde? A Gente é camelô! ‘Que nada, vamos fazer debaixo do Viaduto porque ali ninguém vai reclamar nada’! Foi uma idéia meio maluca; na época ele tinha um trailer, que a ex-mulher administrava, e como lá era aberto, eles resolveram cobrir os custos do baile com a cerveja que fosse vendida nele... E assim, os amigos e mais uma outra rapaziada fizeram o Chame na Rua, que hoje, Rio Charme atendendo outras gerações mais novas com o melhor da black music, conta “MF Jones”, um dos anfitriões do baile.


Com o falecimento de Cesar, “Celso Ataíde”, num ato de preservação a construção da identidade da cultura black local e em memória ao seu irmão, decide manter o projeto vivo sob as estruturas do viaduto...
O movimento hip-hop carioca estava no auge: por não concordarem com a violência crescente nos bailes funk; encontrarem uma certa similaridade através do extinto ritmo do “new jack swing” – muito divulgado nos bailes charme da época – e não possuírem dinheiro para freqüentar os bailes black todos os fins de semana, optaram por freqüentar o baile do Charme na Rua, que, gradativamente percebeu a sua presença. “O Cesar achou a necessidade de se colocar muito mais hip-hop no baile... Aí, tinha que ter um dj de hip-hop. E numa festa, no Morro do Alemão, conheceram DJ A! Ele foi o segundo dj do Viaduto de Madureira”!, declara o DJ Marki, que na época era um dos poucos djs de r&b sensíveis à importância do hip-hop carioca. “Pra mim é um prazer muito grande. Há 15 anos atrás, eu era o que abria o baile e hoje, eu sou um dos principais... Aqui é a minha casa, independente de outros bailes que eu já tenha feito. Aqui sempre foi o meu quartel e o tempo de existência do Viaduto, é o Tempo do DJ A como artista! Fazer parte dessa história me orgulha muito”, ressalta “DJ A”, considerado uma das figuras centrais do baile juntamente com os djs “Michel, Lopy e Black Jay”.
Variando positivamente sobre o mesmo tema...

Entendendo a importância do baile do viaduto como um veículo de concentração popular, responsável pela difusão da cultura negra no Estado do Rio de Janeiro, o Governo do Estado, decide reconhecê-lo, junto a organização remanescente do espaço, como um instrumento essencial à cultura do bairro, assim como as escolas de samba e o jongo: deste modo, em 1995, o “Projeto Charme na Rua” é rebatizado de “Projeto Rio Charme”, e tem suas dependências reformadas visando o controle e a segurança do público, apresentando inclusive um preço simbólico para sua preservação...

O berço da boemia declara o seu amor pela temporã do bairro do jongo e do samba...

A mais de 15 anos de vida, o “Projeto Rio Charme”, dá seu primeiro passo para maturidade, e como mesmo citou Jones, “Tudo começou de uma brincadeira (...)”.


Portanto, se você ainda não teve a oportunidade de usufruir do espaço considerado a Meca da black music carioca, esta é uma excelente ocasião para entender porque à cada dia um número considerável de gregos, troianos, romanos e africanos lotam o baile black mais badalado do Rio..

Projeto Rio Charme- Todos os sábados, à partir das 22h
Viaduto Negrão de Lima (Madureira)

Mais sobre o Dutão

Acesse

http://www.viadutodemadureira.com/

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Hip Hop(Hip Hop.Net)


Ja esta no ar Hip Hop.Net! todas quartas as 21 horas e Sabado as 22 horas
Varios hip hop com versões exclusivas e mixagem perfeitas ja mais vista por ai.

Ouça ao vivo http://http://www.circuitoweb.com.br/aovivo.html

http://www.circuitoweb.com.br/hiphop.html

Logo estara no ar os meus programas de Funk e Black Music na radio meus programas:
http://www.circuitoweb.com.br/

Funk(Circuito do Funk)
Aqui voce vai ouvir os funks mais tocados e ouvidos ou seja so sucesso
http://www.circuitoweb.com.br/funk.html

Black Music(Blackout)
O melhor da musica Black para voce.
http://www.circuitoweb.com.br/black.html

terça-feira, 21 de abril de 2009

O que é DJ?

DJ OU DEE JAY(DISC JOCKEY)

Um disc jockey (DJ ou dee jay) é um artista profissional que seleciona e roda as mais diferentes composições, previamente gravadas para um determinado público alvo, trabalhando seu conteúdo e diversificando seu trabalho em radiodifusão em frequência modulada (FM), pistas de dança de bailes, clubes, boates e danceterias

O TERMO DISC JOCKEY
Foi primeiramente (e ainda é) utilizado para descrever a figura do locutor de rádio que introduziam e tocavam discos de gramofone, posteriormente, o long play, mais tarde compact disc laser (CD) e atualmente, empregam o uso do mp3. O nome foi logo encurtado para DJ. Hoje, diante dos numerosos fatores envolvidos, incluindo a composição escolhida, o tipo de público alvo, a lista de canções, o meio e o desenvolvimento da manipulação do som, há diferentes tipos de DJs, sendo que nem todos usam na verdade discos, alguns podem tocar com CDs, outros com laptop (emulando com softwares), entre outros meios. Há também aqueles que mixam sons e vídeos (VJs), mesclando seu conteúdo ao trabalho desenvolvido no momento da apresentação musical. Há, no entanto, uma vasta gama de denominações para classificar o termo DJ.

TECNICAS E ESTILOS
No rádio, os DJs contribuíram para a consolidação do movimento ROCK AND ROLL à partir da segunda metade dos anos cinquenta, como a maior manifestação cultural da juventude do século XX; nomes de artistas tão díspares como Elvis Presley e The Beatles, não teriam alcançado o estrelato não fosse o empenho dos DJs originais. Com o advento da discoteca em meados dos anos setenta, os DJs também ganharam fama fora do rádio e foram para as pistas de dança. Nas pistas, os DJs que atuaram até o meio da década de 1990 utilizavam apenas discos de vinil em suas apresentações. Em que pese o fato de já existirem CDs antes disso, não haviam equipamentos que permitissem o sincronismo da música entrante com a música em execução (ajuste do pitch para posterior mixagem). A forma como esta ação de mixagem é realizada, aliás, é o principal diferencial entre os profissionais desta área.

Um DJ tem a percepção musical de saber quais composições possuem velocidades (mensuradas em batidas por minuto) próximas ou iguais, de forma que uma alteração em um ou dois por cento da velocidade permite com que o compasso das mesmas seja sincronizado e mixado, e o público não consiga notar que uma faixa está acabando e outra está iniciando, pois as duas faixas estão no mesmo ritmo, métrica e velocidade.

DJs das décadas de 1980 e 1990 sincronizavam a composição mixada (entrante) regulando a velocidade do prato do toca-discos, com o cuidado de fazer com que a agulha não escapasse do sulco do vinil (que na prática faz com que a música "pule") e também com que o timbre da voz da música não ficasse, por demais, alterada com a velocidade muito alta ou muito baixa do prato. Esta alteração da velocidade era possível em toca-discos que possuem o botão chamado pitch. O toca-disco mais famoso, nesta época, era o Technics SL-1200 MK-2, que até hoje é vendido e procurado por profissionais e amantes do vinil pela robustez e força que o seu motor de tracção directa apresenta.

Após a popularização do CD, fabricantes como Pioneer, Technics e Numark desenvolveram aparelhos do tipo CD player com recursos próprios para DJ. Conhecidos como CDJs, possuem botões especiais para alteração de pitch, de retorno da faixa, de marcação de ponto (efeito cue) e looping. O timbre da música passou a ser controlado (opcionalmente) por um acionador específico, normalmente conhecido como Master Tempo. Com este recurso, mesmo que a composição esteja extremamente acelerada (ou desacelerada), o timbre da voz, teclados, guitarras, etc. é mantido, driblando de certa forma a capacidade de percepção do público, em notar que determinado som está tocando em velocidade diferente da normal. Além disso, não há mais o risco de o disco pular, apesar de o cuidado em se limpar as mídias de CD ser o mesmo, pois uma mancha em uma mídia óptica pode prejudicar e até interromper a canção em execução. Outra facilidade destes equipamentos é marcar o ponto de início da música (designado cue point). Assim, um DJ com um simples toque no botão pode retornar ao ponto de partida poucos segundos antes de mixar a música sobre a que está sendo executada.

Atente-se aqui para o fato de que, além do talento musical obrigatório a um DJ em se conhecer aproximadamente o tempo das composições que ele pretende mixar durante sua apresentação, o mesmo também deve conhecer onde, quando e se uma composição ou determinada versão desta possui uma região (geralmente sem vocal, com batidas secas e pouco ou nenhum aparecimento de guitarras e teclados) popularmente conhecida como quebrada, onde é possível entrar a próxima composição sem que o resultado fique confuso (com dois vocais de canções diferentes "falando" ao mesmo tempo, por exemplo). Este capricho é obrigatório para profissionais que fazem mixagens ao vivo, tanto com vinil quanto com CDs.

O DJ é, no fim das contas, um animador de eventos. Este deve conhecer canções o suficiente para saber como e quando mixá-las, deve sentir a vibração do público que o está ouvindo, e saber mudar um estilo na hora certa, para que a pista não esvazie. Deve ser o mais eclético possível, ou deixar bastante claro ao seu público e ao seu contratante qual é seu estilo ou tendência. Existem DJ especializados em raves. Outros, que se dedicam a canções que já fizeram sucesso a oito, dez ou vinte anos atrás.
enfim ser Dj não é tão facil assim quanto parece não, o problema é que muitos amadores se titulam djs ai o comflito e a falta de valor que nos temos acontece por ai. um bom dj viaja o mundo, ganha um bom dinheiro e aonde ele chega é como se fosse um artista.
agora existem muitos que nem sabem mixar(ato de misturar e sicronizar duas musicas ao mesmo tempo) e se julgam djs e cobram 50 reais para tocar a noite toda.
valor fora do mercado de quem é realmente dj onde ganha 100 ou mais em uma hora

dj é sim profissão so que não muitos não valorizam a classe
e se voce for contratar um dj seja em clube, boate ou uma simples festa no play do seu predio, lembre se dj rala sim, tem que aturar as pessoas toda hora lhe pedindo musica, bebado com copo de cerveja em cima do seu equeipamento, tem que se atualizar, perde noite de sono, corre risco de assalto na madrugada, compra equipamento caro comparando com a nossa realidade ou seja ele é o pião da noite.
e no final acham que ele so aperta o play.

Abraços a todos

by Charles Cdr Dj

domingo, 5 de abril de 2009

Historia do Hip Hop


O hip-hop emergiu no final da década de 1960 nos subúrbios negros e latinos de Nova Iorque. Estes subúrbios, verdadeiros guetos, enfrentavam diversos problemas de ordem social como pobreza, violência, racismo, tráfico de drogas, carência de infra-estrutura e de educação, entre outros. Os jovens encontravam na rua o único espaço de lazer, e geralmente entravam num sistema de gangues, as quais se confrontavam de maneira violenta na luta pelo domínio territorial. As gangues funcionavam como um sistema opressor dentro das próprias periferias - quem fazia parte de algumas das gangues, ou quem estava de fora, sempre conhecia os territórios e as regras impostas por elas,devendo segui-las rigidamente.
Esses bairros eram essencialmente habitados por imigrantes do Caribe, vindos principalmente da Jamaica. Por lá existiam festas de rua com equipamentos sonoros ou carros de som muito possantes chamados de Sound System (carros equipados com equipamentos de som, parecidos com trios elétricos). Os Sound System foram levados para o Bronx, um dos bairros de Nova Iorque de maioria negra, pelo DJ Kool Herc, que com doze anos migrou para os Estados Unidos com sua família. Foi Herc quem introduziu o Toast (modo de cantar com levadas bem fraseadas e rimas bem feitas, muitas vezes bem politizadas e outras banais e sexuais, cantadas em cima de reggae instrumental), que daria origem ao rap.
Neste contexto, nasciam diferentes manifestações artísticas de rua, formas próprias, dos jovens ligados àquele movimento, de se fazer música, dança, poesia e pintura. Os DJs Afrika Bambaataa, Kool Herc e Grand Master Flash, GrandWizard Theodore, GrandMixer DST (hoje DXT), Holywood e Pete Jones, entre outros, observaram e participaram destas expressões de rua, e começaram a organizar festas nas quais estas manifestações tinham espaço - assim nasceram as Block Parties.
As gangues foram encontrando naquelas novas formas de arte uma maneira de canalizar a violência em que viviam submersas, e passaram a freqüentar as festas e dançar break, competir com passos de dança e não mais com armas. Essa foi a proposta de Afrika Bambaataa, considerado hoje o padrinho da cultura hip-hop, o idealizador da junção dos elementos, criador do termo hip-hop e por anos tido como "master of records" (mestre dos discos), por sua vasta coleção de discos de vinil.
DJ Hollywood foi um DJ de grande importância para o movimento. Apesar de tocar ritmos mais pop como a discoteca, foi o primeiro a introduzir em suas festas MCs que animavam com rimas e frases que deram início ao rap. Os MCs passaram a fazer discursos rimados sobre a comunidade, à festa e outros aspectos da vida cotidiana. Taki 183, o grande mestre do Pixo, fez uma revolução em Nova Iorque ao lançar suas "Tags" (assinaturas) por toda cidade, sendo noticiado até no New York Times à época. Depois dele vieram Blade, Zephyr, Seen, Dondi, Futura 2000, Lady Pink, Phase 2, entre outros.
Em 12 de novembro de 1973 foi criada a primeira organização que tinha em seus interesses o hip hop, cuja sede estava situada no bairro do Bronx. A Zulu Nation tem como objetivo acabar com os vários problemas dos jovens dos subúrbios, especialmente a violência. Começaram a organizar "batalhas" não violentas entre gangues com um objetivo pacificador. As batalhas consistiam em uma competição artística.

No Brasil
O berço do hip hop brasileiro é São Paulo, onde surgiu com força nos anos 1980, dos tradicionais encontros na rua 25 de Maio e no metrô São Bento, de onde saíram muitos artistas reconhecidos como Thaíde, DJ Hum, Styllo Selvagem, Região Abissal, Nill (Verbo Pesado), Sérgio Riky, Defh Paul, Mc Jack, Racionais MCs, Doctors MCs, Shary Laine, Rappin Hood, entre outros.
Atualmente existem diversos grupos que representam a cultura hip hop no país, como Movimento Enraizados, MHHOB, Zulu Nation Brasil, Casa de Cultura Hip Hop, Posse Hausa (São Bernardo do Campo), Associação de Hip Hop de Bauru, Cedeca, Cufa (Central Única das Favelas).
Multidimensionalidade do hip hop
Segundo Alejandro Frigerio, a principal característica das artes negras é seu caráter multidimensional, denso. A performance mistura, em níveis sucessivos, gêneros que para a cultura ocidental seriam diferentes e separados (músicas, poesia, dança, pintura). A interpretação, a fusão de todos esses elementos que faz dela uma forma artística que não seria equivalente à soma dos elementos separados. Para compreender a multidimensionalidade da performace, é necessário fazê-lo em seu contexto social. Fora deste contexto social, somente se compreenderiam alguns dos elementos, mas não só como um conjunto de dança, música, poesia e artes plásticas, senão como uma performace inserida num contexto social, neste caso marginal, cheio de problemas sociais, educacionais e de exclusão social. Este contexto social é o que dá sentido à performance.

A importância do estilo pessoal
O diálogo entre a performance e a realça e o caráter criativo da performance. "O contraponto com um interlocutor também leva ambas performace a maiores e melhores desempenhos". O estilo pessoal é de grande importância na performance porque as características próprias de cada performace acrescentam as possibilidades de inovação e de criação de novos estilos. "Espera-se que o performace não só seja competente, mas que também possua um estilo próprio, o que pode ser observado na cultura negra urbana contemporânea, por exemplo, em todos os aspectos do hip-hop". O estilo pessoal não se valoriza em situações de representação, também é importante em todos os aspectos da vida cotidiana (estética, cumprimento, fala etc).


Os Quatros Elementos do Hip Hop:






DJ (disc-jockey)
Operador de discos, que faz bases e colagens rítmicas sobre as quais se articulam os outros elementos, hoje o DJ é considerado um músico, após a introdução dos scratches de GradMixer DST na canção "Rock it" de Herbie Hancock, que representa um incremento da composição e não somente um efeito. O break-beat é a criação de uma batida em cima de composições já existentes, uma espécie de loop. Seu criador DJ Kool Herc desenvolveu esta técnica possibilitando B.Boys a dançarem e MCs a cantarem. O Beat-Juggling já é a criação de composições as pelos DJ nos toca-discos, com discos e canções diferentes. Há diversos tipos de DJs: o DJ de grupo, de baile/festas/aniversários/eventos em geral e o DJ de competição. Este por sua vez, faz da técnica e criatividade, os elementos essências para despertar e prender a atenção do público. Um DJ de competição é um DJ que desenvolve e realiza apresentações contendo scratchs, batidas e até frases recortadas de diferentes discos (samples). Esses DJs competem entre si usando todo e qualquer trecho musical de um vinil.

MCs(master of cerimonies)


é o porta-voz que relata, através de articulações de rimas, os problemas, carências e experiências em geral dos guetos. Não só descreve, também lança mensagens de alerta e orientação, o MC tem como principal função animar uma festa e contribuir com as pessoas para se divertirem. Muitos MCs no início do hip-hop davam recados, mandavam cantadas e simplesmente animavam as festas com algumas rimas. O primeiro MC foi Coke La Rock, MC que animava as festas de Kool Herc.No Brasil os primeiros rimadores foram Jair Rodrigues, Gabriel o pensador entre grupos como balinhas do rap, Thaíde e DJ Hum, Racionais Mcs.O MC é aquele que atraves de suas rimas mostra as varias formas de reivindicação, angustias e injustiças com as classes socias mais desfavoraveis mostrando o poder da transformação.

Break Dance (B-boying, Popping e Locking),
por convenção, chama-se todas essas danças de Break Dance. Apesar de terem a mesma origem, são de lugares distintos e por isso apresentam influências das mais variadas. Desde o início da década de 60, quando a onda de música negra assolou os Estados Unidos, a população das grandes cidades sentia uma maior proximidade com estes artistas, principalmente por sua maneira verdadeira de demonstrar a alma em suas canções. As gangues da época usavam o break para disputar território, a gangue que se destacava melhor era a que comandava o território.A dança é inspirada nos movimentos da guerra.

Grafite

Expressão plástica, o grafite representa desenhos, apelidos ou mensagens sobre qualquer assunto, feitas com spray, rolinho e pincel em muros ou paredes. Sendo considerado por muitos uma forma de arte, diferente do "picho", que têm outra função de apenas deixar sua marca, o grafite é usado por muitos como forma de expressão e denúncia.

Modalidades da dança de rua
B.Boying
House Dance
Popping
Locking
Hip Hop Freestyle
Observações: o Ragga Jam não é uma das danças de rua, ele está dentro do Hip Hop Freestyle.

Roupas
As roupas que são utilizadas no hip hop são largas, para que os movimentos fiquem maiores, dando mais efeito visual para a dança. Também são utilizados bonés, muitas vezes virados para trás ou de lado. Embora algumas sejam discretas, muitas vezes as roupas usadas têm cores vistosas para aumentar o efeito visual durante a dança. outros acessórios utilizados sao bandanas,munhequeiras,joelheiras,capacete,mais isso vai depender das manobras feitas.

Competições e Cursos
• O Festival Internacional de Hip Hop em Curitiba é a maior expressão nacional de dança no país e entre as maiores do mundo no segmento. Após 7 edições de sucesso, concretizou sua importância com a presença de personalidades de peso como Dom Campbellock e Mr. Wiggles, onde assinam a curadoria do evento. Mais de 1500 dançarinos circulam no evento trocando informações e conhecimento. Realizado em julho, reune música de bandas locais de Rap, uma grande festa de confraternização com Dj's nacionais e internacionais e exposição de grafites. no rio de janeiro um dos maiores eventes de hip hop acontecem o hutuis, hip hop rio entre outros.
Ate a Proxima,
Abraços

Charles Cdr dj